Após termos percorrido vários corredores chegamos aos nossos aposentos, deram-nos umas batas para vestir e as enfermeiras logo se apressaram a fazer todas as perguntas necessárias para saber tudo acerca das nossas doenças. Meteram-nos na cama e lá fomos, entrei no bloco ás 08.45 h entre preparação e operação demorou 1 hora. Pensei que fosse pior afinal não custou nada, ainda deu para rir um bocado com o cirurgião, as enfermeiras e pessoal auxiliar. È uma sensação esquisita, é como se o braço não fosse nosso, acho que a sensação deve ser igual a quem tem uma trombose o nosso braço anda para todo lado. Depois fui para a sala de recobro, fiquei lá pouco tempo, afinal estava tudo a correr bem. De seguida levaram-me de novo para o meu quarto e já lá estavam as minhas companheiras de quarto, Fernanda e Paula. A Paula estava muito nervosa pois ainda não tinha sido operada e já estava a demorar muito tempo.
Entretanto a anestesia ia passando e á medida que ia passando ia mexendo os dedos mas dor começava a vir e pedi logo medicação para as dores.
Comemos, pois a fome já começava a apertar e os meus diabetes já se estavam a ressentir.
A tarde foi passando e logo veio o Dr. Rufino Freitas para nos dar alta e dar as dicas de como devíamos proceder no pós-operatório. Dissemos logo que tínhamos que mexer, mexer, mexer. È um homem todo despachado mas muito simpático. Entretanto veio o lanche e eu fui lanchar, mas não sei o que me deu, comecei a suar e a ficar a desfalecer e achei que o diabetes estavam em baixo, tomei logo um pacote de açúcar e depois fiquei melhor. As enfermeiras não me deixaram sair logo , estive sentada a repousar um bocado.
Vim para casa e ontem a enfermeira Rosa telefonou para saber como eu estava a passar então disse-lhe que estava tudo bem .
Foi um experiência diferente mas acho que não vou voltar a faze-la apesar de estar prevista a operação á mão direita, vamos lá ver só o tempo dirá se irei ou não de novo á faca.
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