Perguntares como é que eu estou não e quanto baste Quereres saber a quem me dou não é quanto baste E dizeres para ti morri é um estranho contraste Nada mais te liga a mim tu nunca me amaste Telefonas para saber como vai a vida E mais feres sem querer minha alma ferida E assim rola a minha dor pássaro ferido Que não esquece o teu amor estranho e proibido Deixa-me só por um dia Deixa-me só por um dia Minha fria companhia Minha fria companhia Dizes ser tão actual ficarmos amigos No teu jeito natural de enfrentar os perigos Sem saberes que tanto em mim ainda arde a chama Que não perde o seu fulgor que ainda te ama Deixa-me só por um dia Deixa-me só por um dia Minha fria companhia Minha fria companhia Minha fria companhia Cantado por Ana Moura, sentido por mim.
Porque é de pequenos nadas que nós todos vivemos e ás vezes apetece dizer simplesmente o que nos vai na alma.
sexta-feira, setembro 12, 2008
Por um dia
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário