Abro o ciber espaço e encontro um texto que dei em Português lá pelo 6º ano e lembrei que esta fabula não poderia estar mais em voga, veja-se o caso Mateus.
Toda a gente manda "bitaites" mas não se chega a saber quem tem razão.
Um velho, um rapaz
E um burro na estrada
Em fila indiana
Os três caminhavam
Passou uma velha
E pôs-se a troçar:
- O burro vai leve
E sem se cansar...
O velho então,
Para não ser troçado,
Resolve no burro
Ir ele montado.
Chegou uma moça
E pôs-se a dizer:
- Ai que coisa feia !
Que triste que é ver !
O velho no burro
Enquanto o rapaz,
Pequeno e cansado,
A pé vai atrás...
O velho desceu
E o filho montou.
Mas logo na estrada
Alguém lhes gritou:
- Bem se vê que o mundo
Está transtornado !
O pai vai a pé
E o filho montado !
O velho parou,
Pensou, e depois
Em cima do burro
Montaram os dois.
Assim pela estrada
Seguiram os três.
Mas ouvem ralhar
Pela quarta vez:
- Um rapaz já grande
E um velho casmurro
São cargas a mais
No lombo de um burro !
Então o velhote
Seu filho fitou
E com tais palavras,
A sério falou:
- Aprende, rapaz,
A não te importares
Se a boca do mundo
De ti murmurar !
Porque é de pequenos nadas que nós todos vivemos e ás vezes apetece dizer simplesmente o que nos vai na alma.
sexta-feira, setembro 08, 2006
Velho, o rapaz e o Burro Vs Caso Mateus
Abro o ciber espaço e encontro um texto que dei em Português lá pelo 6º ano e lembrei que esta fabula não poderia estar mais em voga, veja-se o caso Mateus.
Toda a gente manda "bitaites" mas não se chega a saber quem tem razão.
Um velho, um rapaz
E um burro na estrada
Em fila indiana
Os três caminhavam
Passou uma velha
E pôs-se a troçar:
- O burro vai leve
E sem se cansar...
O velho então,
Para não ser troçado,
Resolve no burro
Ir ele montado.
Chegou uma moça
E pôs-se a dizer:
- Ai que coisa feia !
Que triste que é ver !
O velho no burro
Enquanto o rapaz,
Pequeno e cansado,
A pé vai atrás...
O velho desceu
E o filho montou.
Mas logo na estrada
Alguém lhes gritou:
- Bem se vê que o mundo
Está transtornado !
O pai vai a pé
E o filho montado !
O velho parou,
Pensou, e depois
Em cima do burro
Montaram os dois.
Assim pela estrada
Seguiram os três.
Mas ouvem ralhar
Pela quarta vez:
- Um rapaz já grande
E um velho casmurro
São cargas a mais
No lombo de um burro !
Então o velhote
Seu filho fitou
E com tais palavras,
A sério falou:
- Aprende, rapaz,
A não te importares
Se a boca do mundo
De ti murmurar !
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